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Nidaba
Deusa mesopotâmica da escrita
Nidaba (DNÍDABA 𒀭𒉀, DNIDABA 𒀭𒊺𒉀), também conhecida como Nisaba ou Nanibigal (DNANIBGAL 𒀭𒀭𒉀, DNÁNIBGAL 𒀭𒀭𒊺𒉀), era a deusa suméria da fertilidade, em particular da palma e da cana. Durante a dominação assíria, ela passou a ser a deusa da escrita, aprendizado e astrologia.
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Nidaba (NÍDABA 𒀭𒉀, NIDABA 𒀭𒊺𒉀), também conhecida como Nisaba ou Nanibigal (NANIBGAL 𒀭𒀭𒉀, NÁNIBGAL 𒀭𒀭𒊺𒉀), era a deusa suméria da fertilidade, em particular da palma e da cana. Durante a dominação assíria, ela passou a ser a deusa da escrita, aprendizado e astrologia. Seu santuário era o templo É-zagin em Uruque e em Uma. Em uma representação encontrada em Lagas, a deusa apresenta um cabelo que flui como um rio, coroada com uma tiara de chifres, orelhas que eram espigas de milho e um crescente lunar. Sua cabeleira densa e farta evoca comparações com a Enquidu, que possui uma descrição similar na Epopéia de Gilgamés. Apesar de ter sido considerada principalmente a deusa da fertilidade, ela foi primariamente venerada como deusa do aprendizado. Nidaba é a patrona da escrita e atua como instrutora e guardiã do conhecimento para homens e deuses igualmente. Nidaba foi tutora do deus babilônio Nabu, o filho de Marduque. Nos contos antigos, Nidaba era a escriba chefe de Nanse, a deusa da justiça social. Nidaba tinha como tarefa vigiar todos os que entravam no templo procurando auxilio, determinando se eles eram ou não permitidos de continuar no templo após a decisão de Nanse.
Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: Osama Shukir Muhammed Amin FRCP(Glasg) (CC BY-SA 4.0) ·